quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Aí, se eu pudesse voar...Banzai!(repensando tudo)

Ouvindo o Podcast da Preta Velha >>> http://obscuro.mypodcast.com/index.html
ele afirma e reafirma que oque pode salvar um autor de Quadrinhos é o Personagem próprio...
e como ainda estou tateando o universo de Aí, Se Eu Pudesse Voar...
Acho que aprendemos com os erros, vide Herói, minha e do Kuabara, que talvez pela demora para ser feito ( e olha que o fomos passados pra trás pela velha caquética do Stan Lee, com o Heroes, e aquela metralhadora automática do Mark Millar, que deu uma cagada com o Kick-Ass), depois desses a proposta deixou de ser original e inusitada, e hoje é até óbvia.

...Banzai! série curtissíma do universo de ASEPV( duas histórias de 8-10 páginas), que, espero eu, tenha a colaboração da bicha preguiçosa do Leandro >>> http://pranchetadomassai.blogspot.com/

...tendo, por nescessidade da história mesmo, colocar uma situação em que os Personagens se situariam no Anime Festival. Pensei; por que não tentar um patrocínio, ou até uma publicação via os pistolões do Evento...

Mas seja com o Leandro ou não (porque embora eu não tenha Tablet, tenho certeza do meu comprometimento), com o patrocínio do Anime Festival ou não( se encrencarem mudarei o nome para Festival de Anime no Gibi) ...eu farei essa bagaça.

Esquema da capa...não sei se seriam duas(uma pra cada 10pg), no estilo carregadíssimo da Shonen Jump...

...mas de uma forma ou de outra, continuarei com os persongens Otakus (Miguel, Lucas e Isa), sendo adotados como discípulos de Euller o Rápido. Sobre o nome de Shonen Heroes of Dreams.
*primeiro desenho lá de cima. esse uniforme é o de Dia, tem uma vertente igual só que de noite( o que mais aparecerá na História)...só não colori assim, porque minha aquarela preta tá acabando( não seria proprimante preto, e sim um Azul escuro)

  • Miguel-Kurosagi(Dark Shinobi) luta Tae-kwo-do. é o Otaku que leva esse mundo e o cargo de ser um super-herói a sério demais.

  • Isa-Chan(Night Sakura), luta Aikido. popularíssima que todas meninas odeiam, não detém muito conhecimento do mundo Otaku, e só está aí de onda mesmo...também não se dá muito bem como super-herói, mas ninguém a condena or ser "bonitinha".

  • Lucas = p( Sumo Dreamer), luta Sumo. todos acham que ele é Gay...
    mas quando luta sumô fííí...saí de perto!


Tenho algumas idéias bacanas para histórias deles, muito do universo das escolas particulares( um ótimo púplico para a História, afinal eles que tem a GRANA!)...e acho que até mais doque o Mr. Chocolate, o leitor se identificaria com essas personagens...quer dizer...depende do leitor.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Um Maluco no Guëtto 2!


atendendo a incontáveis exigências de um Grupo de Skinheads, que até me ameaçaram, continuo com o Sitcom mais Chocrível do País!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Um Maluco no Gëtto! 1


Bem, não sei se voucontinuar com isso...tenho muitas boas idéias...e talvez faça até um "piloto" para a série de Sitcom.......por enquanto só espero pra ver a reação do povo

sábado, 29 de agosto de 2009

Sétima parte2_( Maker e Card Game)

Kuabara saiu da escola, mas continuou fazendo Azimo aos poucos. E Leandro ficou muito mais interessado em desenvolver manobras de Skate doque na sua história.
Planejei durante dois anos (2005-2007) as três sagas de 11 edições de Itsah. E nesse tempo Kuabara fez quase 4 edições de Azimo.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Sétima 1-O começo ( Azimo e Itsah )



Era 2003, no segundo FIQ (Festival Internacional de Quadrinhos). Passei um dia inteiro explicando para Kuabara e Leandro, a história de "Flecha-de-Fogo" . Uma HQ situada em Arton (universo de Holy Avenger), um protagonista Elfo Bárbaro que teria a missão de matar Thwor Ironfist, uma saga épica dividida em 3 sagas cada com 6 histórias (como toda referência doque tinha na época era de trilogias épicas alá Star Wars, SDA, ou de animes que nunca terminavam), acabei sofrendo do complexo de Tolkien( coisa muito comum nos jovens nessa idade). Enfim, era uma clichêzaiada do caralho.

estudo do dragão-de-aço
de Arton
Naquele dia vi numa exposição de vídeos um VMA de um Jogo no estilo Final Fantasy( daqueles VMA com músicas de metal farofa), não lembro o Jogo. Mas havia ninjas, cowboys, samurais, trens, barcos-voadores, e muitas explosões. E pensei: Essa coisa de Medieval clássico tá por fora, o negócio mesmo é misturar Cyberpunk com Medieval, Samurai com era Vitoriana, e muita cor, muita carisma, muito TUDO.

E com isso na cabeça fui pra casa concebendo oque seria o rascunho trash de Itsah...
com o Título originalíssimo criei: O PEREGRINO IMPLACÁVEL!

Kuabara também fazia uma HQ Arton(acho)... e como a imagem de Holy Avenger ainda estava muito impregnada na nossa mente. Acreditava que para criar um Gibi, era preciso ter um universo complexo de RPG por trás (culpa do Star Wars e Senhor dos anéis também), então Kuabara, Eu, Leandro(Massai), e DIEGO, começamos a criar o mundo do Peregrino; Sétima.

Embora tivesse muitos clichês, nosso univeso tinha méritos bem bacanas como a cartografia. O mundo tinha tecnologia, mas até o ano de 3.333(onde começaria a HQ de Itsah, oque poderia ser a própria terra num pós-apocalipse), e não haviam descoberto que o mundo era uma esfera no espaço(ou essa informação foi perdido, ou desacreditada), e nem que era redondo. O conceito da Rosa dos ventos só tinha 3 direções( Sulocidente, Suloriente e Cima!). Enfim, pensamos em muitas coisas interessantes, afinal era um mundo novo, o sistema de contagem alfabeto, TUDO PODIA SER DIFERENTE!

Cada uma dessas pessoas era encarredado de uma das Quatro partes em que o mundo era dividido :
>>>Massai, Sulocidental(a parte de RPG clássico, Elfos, Anões e Magia).
>>>Eu, Suloriente( a parte oriental, que misturava com maquinologia vitoriana)
>>>Diego, Cima( a torre central e as criaturas marinhas)
>>>Kuabara, as Ilhas, e...e...e o resto( ele gostava das ilhas com lutas de Aviões...piratas Aéreos)

Mas passou um ano e saiu um Mangá pela Conrad que tinha um persongem quase igual ao meu Peregrino-sem-nome-vingador: A lâmina do Imortal.
As cicatrizes, o samurai renegado....quase tudo era igual. bem ,não era o mesmo conceito, e era uma HQ bem repetitiva, e sem conteúdo, ou história. Mas eu não tinha como competir com os "Fatalitys" sanguinários que o Manji dava.

Fiquei decepcionado e desisti daquela história( que percebi só mais tarde o quanto isso foi ótimo).
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Leandro criava uma HQ sobre um Anão e seu meio-irmão Elfo(Hein Homilion), com o estilo de desenho do Eduardo Francisco. Ele continuava na viagem do RPG medieval...enquanto Kuabara partia para algo bem mais interessante: Azimo

Primeira capa de Azimo


Uma HQ medieval com tecnologia, mas com um clima de
narrativa alá Conan, ou Spaguettis, mais fluida e natural. E esse tom isso já era algo bem diferente.

Enquanto eu continuava na viagem de Flecha-de-Fogo(uma vez que tinha desistido do Peregrino)...naquela época o cenário de RPG nacional fervendo, Holy Avenger tinha acabado, e deixou um monte de filhotes(nenhum deu certo, mas naquela época ninguém previa isso), falavasse do Anime, a cada dia apareciam mais publicações de RPG.
E ter participado de uma espécie de Workshop, de seis meses com o Nitro( da RedeRPG, depois DragãoBrasil), da qual ele, Eu e uma porrada de babacas( Deftones, Kuabara, Leandro, Hugo), desenvolvíamos o Universo Cyberpunk( Intestine)com a promessa de ser publicado em nível nacional(nunca ocorreu), a única coisa que aconteceu foi colocarmos de graça algumas ilustrações na D20Saga. Além de ter visto algumas referências de cyberpunk, como BladeRunner e Animatrix. Que eu usaria mais tarde em Itsah.

Ter tido contato com pessoas ligadas quase que diretamente com o Universo de Arton, e visto um Workshop da Erica Awano no primeiro Anime Festival, só me fez crer que a merda do Elfo de Tanga de Flecha-de-Fogo, mesmo sendo num outro universo de merda, que pertence á outro cara...poderia até dar certo.

Só criei o conceito de Itsah(e esse nome) depois de ver Último Samurai, e percebido o quanto essa bosta de honra oriental já tinha enchido. Também minha esperança voltou quando Blade( o mangá) chegou lá pro número 17, e se percebeu que o tal samurai Punk...não era lá tão panque assim. E quando saiu Kill Bill, eu percebi que poderia ir muito mais além....
Mudei a história completamente, e principalmente o protagonista. Lendo Xôgum, percebi que o mais ofensivo não seria o tal samurai punk, mas pular o sentido de honra das castas de família...e simplesmente mudei o Samurai braço direito do Imperador para uma Atriz de Kabuki.(até hoje não me lembro de uma mulher Samurai em mangá).

Originalmente eu não queria desenhar Itsah, só escrever...porque ainda acreditava em Flecha-de-Fogo...

Kuabara chegou a segunda edição de Asimo, e aumentou significamente seu profissionalismo...então tivemos uma idéia que parecia óbvia; Juntar Itsah com Asimo, colocando a história dele como se passasse anos antes da minha...assim como O Hobbit estava para o Senhor dos Anéis. Assim compartilhamos dos mesmos vilões. E uma história explicaria indiretamente a outra.

Nessa época que surgiu O Esquartejado, o Zéphiro(que originalmente eram personagens de RPG que nunca foram usados, mas detalhademente criados pelo Kuabara) e Iö.



E só assumi Itsah definivamente e desisti de Flecha-de-Fogo (criada com 12 anos, até 17) ...quando tive uma idéia que faria da HQ de Itsah não apenas uma de fantasia plagiada de Mangás, e sim diferenciada. Cada edição seria executada com um estilo diferente, com uma narrativa diferente, e com número de páginas diferentes, e até com um estilo de formatação da publicação diferente uma da outra.

Magalomanísmo a parte: foi isso...

terça-feira, 14 de julho de 2009

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Aí, se eu Pudesse Voar... A Batalha Pelo Submundo de Belo Horizonte parte 1



Primeira parte do épico gótico belo horizontino, feito no primeiro semestre de 2009, e inauguração do universo de Aí, se eu Pudesse Voar...

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